Archive for the ‘arquitetura do território’ Category

Com exceção do problemático livro do francês Yves Bruand, “Arquitetura Contemporânea no Brasil” de 1981, nenhum autor se aventurou a escrever o que seria uma ‘história da arquitetura brasileira’. Talvez esta fosse uma missão grandiosa demais, não apenas pela qualidade da arquitetura produzida no Brasil no século XX, mas também pela quantidade e complexidade de […]


O artigo a seguir foi publicado editado no Fórum dos Leitores do Jornal Estado de S. Paulo do dia 20 de Setembro de 2010. É um texto que virou carta. Algumas semanas depois, escrevi outro texto sobre o mesmo assunto que foi publicado integralmente na seção Tendências/Debates do Jornal Folha de S. Paulo do dia […]


Segue texto inédito em português escrito para a revista japonesa GA House do fotógrafo Yukio Futagawa. O texto foi publicado em inglês e japonês p. 322 a 326. “Seis pontos sobre a casa latino-americana contemporânea Gabriel Kogan – 2008 – Publicado originalmente na GA House 101 América 1. Não há uma unidade política, climática, lingüística, cultural […]


Lucio Costa – A construção de Brasília e a revolta dos operários Nenhuma importância?


Periferia

28jun09

Para download no link JA_periferia.pdf artigo publicado na seção ‘Vírus’ da revista portuguesa JA (Jornal Arquitectos) 231, de Abril-Junho de 2008; escrito por Danilo Hideki Abe, Gabriel Kogan e Gabriel Sepe Segue a introdução do texto: “Periferia O VIRUS PERIFERIA se desenvolve em 3 narrativas sincrônicas entrelaçadas: na página da esquerda, uma narrativa visual e poética; na página da […]


Ilha Bela

31maio09

“A história do porto de São Sebastião, sonhado há tanto tempo e que nunca foi feito: um recinto natural com 3 km de bacia de navegação com calado natural de 30 ou 40 metros (de profundidade), bacia de revolução protegidos por uma ilha extraordinária e pelo continente. Não existe no mundo nada tão predisposto. Não […]


“Na época em que as cidades se desenvolviam em torno da praça central e em que as pessoas viviam dentro dos limites das sociedades regionais, a praça era o núcleo das comunicações. A catedral, o castelo e a prefeitura eram tanto os locais espirituais como os símbolos da vida urbana. Hoje, as comunicações libertaram a cidade […]